quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Propaganda volante novamente em discussão.

Volto a este assunto porque as comissões da Câmara Municipal apresentaram no final de 2009 um projeto de lei que visa revogar a atual, que já não é cumprida por quem faz propaganda volante, e implantar uma nova lei.
Estou fazendo este comentário sem ter conhecimento ainda do conteúdo total do projeto, porque como disse ele foi apresentado no apagar das luzes do primeiro ano e deve ser reapresentado no início do ano que vem e aí sim receberemos cópias do mesmo.
Por isso abri esta enquete no blog e este espaço para que possamos discutir o assunto, sem paixões mas com a cabeça voltada para o que será melhor pra toda sociedade. Uma das coisas que já me preocupou no projeto é a liberdade para que as propagandas circulem perto de escolas e prédios públicos, incluindo hospitais, creches e asilos, desde que o volume não ultrapasse 60 db. Ora, se hoje é proibido e ninguém respeita, será que liberando e pedindo pra abaixar o volume isso será cumprido? Duvido.
Bom, pra quem é contra a propaganda, assim como eu, fica o consolo de poder seguir a orientação do Carlos, da rádio Nossa FM, se você não quer ouvir a propaganda tape os ouvidos, mas se quiser escutar o rádio e não a propaganda aumente o volume toda vez que passar um carro destes na frente da sua casa, com relação à TV idem, se quiser falar ao telefone aguarde, se perder a explicação da professora peça pra ela repetir, se estiver atendendo um cliente em sua loja peça compreensão e que espere um momento ou peça pra ele gritar. E, se por algum infortúnio da vida, você não tiver um dos braços, não quiser ouvir e estiver em casa sozinho, corra até o vizinho mais próximo e peça pra ele tapar seu outro ouvido, mas isso no caso de ele querer ouvir, porque senão você terá que escutar de qualquer jeito a não ser que ele tenha três braços.
No mais peço pra que todos votem e deixem sua opinião, de preferência se identificando, senão o objetivo não será alcançado.
Aproveitando o momento desejo a todos um FELIZ ANO NOVO!!!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Novo apelo às pessoas de bem.

Amigas, companheiras, conhecidas, desconhecidas, enfim todas, todas as pessoas de bem que moram ou que se importam com quem mora e vive em Bicas, cuidado!!! Nuvens negras surgem no horizonte, risco de uma tragédia sem precedentes, de absurdos totais se tornarem realidade se nós, pessoas de bem, não nos organizarmos e nos aglutinarmos para evitar o caos.
Explico: dizem por aí, nos bastidores da política, que a ex-vereadora Joelma Pereira está se aliando ao ex-prefeito Barreto. Minha preocupação não está no campo eleitoral não, muito pelo contrário, neste campo acho que esta aliança vai favorecer e muito o grupo do qual faço parte. Assim como julgo que a aliança Barreto x Jacyr Moreira foi determinante para a nossa vitória no ano passado. Estou preocupado é com o custo desta aliança. Dizem que no acordo enredado pelos dois estaria o testemunho da ex-vereadora em favor do ex-prefeito nos processos que estão em curso devido à roubalheira promovida na prefeitura durante a gestão 2001/2004. Isso mesmo, um passarinho azul me contou que o próprio Barreto teria dito isto a ele. Isso quer dizer que existe o risco, ainda que muito remoto, de que a justiça entenda que houve uma armação contra o ex-prefeito, isso porque esta seria a única alegação plausível que a ex-vereadora poderia fazer em seu favor para que se desconfigurassem todos os crimes cometidos por Barreto e seus asseclas. Acho muito difícil que isso aconteça. Não o apoio de Joelma ao Barreto, isso acho até bem possível já que não restaram muitos caminhos políticos para ela, mas sim que qualquer juiz em qualquer parte deste país julgue o Barreto inocente depois da bandalheira que se instalou em seu Governo.
Bom, mas como estamos falando de pessoas como nós, seres humanos, sujeitos a falhas e a má fé, a desvios de conduta como qualquer outra pessoa, não podemos afirmar com 100% de certeza que a justiça será feita pelas pessoas responsáveis por exercê-la. Apenas esperamos que sim, afinal de contas, se depois de promover o saque que o ex-prefeito promoveu nos cofres públicos ele ainda sair ileso, vou realmente começar a ficar preocupado em ser condenado por calúnia, injúria e difamação, e também começar a achar que só uma ditadura militar pode resolver o problema do Brasil.
Exagero? Acho que não. O que temos visto acontecer no Brasil é muito preocupante. A redemocratização veio branda, sem uma guerra civil como em outros países, com os militares entregando a nós civis pacificamente o comando da nação. Quem garante que de uma hora pra outra, vendo toda esta bandalha acontecer, e nós mesmos através das instituições democráticas de direito não conseguindo resolver o problema e nem punindo com rigor os saqueadores do país, os militares não resolvam retomar o controle das coisas?
É uma hipótese distante, muito distante, mas que não pode ser descartada. Vejam o que aconteceu em Honduras, analisem friamente o que aconteceu por lá. Um presidente eleito pelo povo retirado do poder por forças militares apoiadas pelos Estados Unidos, a “maior democracia do planeta”. Não vamos fazer conjecturas sobre o assunto, friamente o que aconteceu foi isso. Quem garante então que não corremos o mesmo risco? Pensem nisso.
Finalizando, gostaria de dizer em nome do Partido dos Trabalhadores de Bicas, já que termino meu mandato no final de janeiro, que estamos esperando as pessoas de bem da nossa sociedade para fazerem parte de uma grande corrente contra esta aliança espúria que esta para surgir em nosso cenário político. Iniciaremos com o próximo Diretório uma grande campanha municipal de filiação, procure-nos, filie-se, faça parte desta corrente.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Presidente 2010.

Estou muito feliz por ter sido eleito presidente da Câmara para o ano que vem. Acho que demos mais uma vez demonstração de unidade. A mesma unidade que pela primeira vez reelegeu um Prefeito em Bicas. O fato de por mais um ano a base do governo comandar a mesa é uma coisa muito natural que aconteça, ou alguém acha que se nós fossemos a minoria na Câmara comandaríamos a Mesa Diretora? Claro que não. Pior é que outros vereadores não encaram isso com maturidade. Não estou me referindo ao fato de votar contra a chapa não, de jeito nenhum, estou falando no fato do Moisés falar que o processo democrático foi "coagido", que ele gostaria de ter a oportunidade de ser presidente e se achar injustiçado e dizer que a vontade do povo estaria sendo desprespeitada, etc, etc, etc...
Esclarecendo ponto a ponto:
1º) processo democrático "coagido", segundo o Aurélio, coagir - v.t. Obrigar, forçar, constranger. Até onde eu sei ninguém foi obrigado ou forçado a nada. Tanto que democraticamente os vereadores Moisés, Patinho e Miúdo votaram contra a chapa apresentada e mesmo assim ela saiu vencedora com seis votos a favor. Quer algo mais democrático que uma eleição onde todos podem expor suas opiniões abertamente e votar como desejarem?
2º) como é que uma pessoa pode ser presidente da Câmara se não consegue nem montar uma chapa para concorrer? Nem mesmo convida as pessoas, como disse o Fernando ao justificar seu voto ontem, para compor uma chapa?
3º) como uma pessoa, que foi adversária de cinco dos vereadores eleitos da Câmara durante as eleições municipais de 2008 quer agora contar com o apoio da base do governo para se eleger presidente?
4º) a vontade do povo não está sendo desrespeitada em hipótese alguma, senão vejamos:
os vereadores que assinaram o requerimento de inscrição da chapa vencedora nas eleições de 2009 e 2010 tiveram juntos 1.851 votos nas eleições de 2008, já os vereadores que votaram contra a chapa apresentada somaram 1.248 votos, ou seja, por maioria representativa a população foi respeitada com certeza. E mais, o Moisés teve 8,18% dos votos válidos para vereador, isso significa que não sabemos a opinião de 91,72% da população sobre quem deve ou não ser o presidente da Câmara, sabemos sim que 55,80% dos eleitores reelegeram o Honório prefeito, nada mais natural que alguém de sua base de apoio ocupe a presidência da Câmara.
5º) e por último não poderia deixar de repetir que o cargo de Presidente da Câmara é o terceiro posto mais importante na hierarquia política do município, portanto, como é que deixaríamos um opositor ao Governo Honório ocupar este cargo? É a mesma coisa que ganhar a eleição pra prefeito e deixar o segundo colocado ser empossado em seu lugar. Isso é ilógico, não existe em lugar nenhum e aqui não seria diferente.
Além do mais, a posição tomada por ele de votar contra a chapa apresentada para as eleições deixou claramente marcada a sua posição contrária a nós, como é então que ele pretende ser presidente da Câmara? Prestem atenção nisso. Ele quer ser presidente, quer que as pessoas vão até ele e o convidem para fazer parte de uma chapa como presidente (porque a iniciativa de montar a chapa ele não teve), quer o apoio indiscriminado da situação e da oposição, quer ser consagrado o presidente mais jovem da Câmara em toda história, e isso sem fazer nenhum tipo de concessão ou de esforço, e pior ainda, vota contra quatro colegas que estão colocados numa chapa apresentada (a única diga-se de passagem) e mantém ainda esperanças que num futuro próximo estas mesmas pessoas, das quais ele depende se quiser montar uma chapa para concorrer, o apoiem e votem nele pra presidente.
UFA!!! Não quero te desanimar não Moisés, mas acho que com sua atitude ontem você praticamente enterrou as possibilidades de ser presidente da Câmara nos próximos dois anos. Posso estar até enganado, mas as chances são irrisórias.
No mais mando um abraço aos meus seguidores, todos amigos com certeza, e aos leitores, desejando a todos um Natal muito feliz e um Ano Novo repleto de conquistas.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Contas de 2003 rejeitadas.


É meus amigos, as contas do ano de 2003 da Prefeitura de Bicas foram rejeitadas. E não era pra menos, afinal de contas a quadrilha comandada pelo ex-prefeito Antônio Carlos Barreto agiu também neste ano, causando prejuízos diversos ao município, desviando recursos públicos para contas particulares, pagando despesas de viagem de férias com recursos do FUNDEF (da Educação), etc, etc, etc...

No rastro desta bandalheira, nós vereadores, que teríamos a obrigação de zelar pelo patrimônio público e pela correção na aplicação dos recursos públicos, deveríamos logicamente rejeitar as contas do ex-prefeito por unanimidade não é? ERRADO. Ainda existem alguns vereadores que não estão nem aí se roubaram ou não dinheiro público. Não querem nem saber se dinheiro de impostos arrecadados para a prestação de serviços públicos foi parar no bolso de gestores corruptos, se serviços deixaram de ser prestados porque o dinheiro para sua execução foi parar nas contas do Barreto e do Tallis. Aliás, acho que o errado sou eu. Os dois deveriam ser agraciados com a maior das Comendas Biquenses, o Título de Cidadão Benemérito Biquense. É isso mesmo, afinal de contas eles alegam que todo este dinheiro depositado em suas contas era para ressarcir a si próprios de adiantamentos que faziam para os fornecedores da Prefeitura. Que exemplo de bons cidadãos, pagavam as contas da Prefeitura para que ela os pagasse depois, que coração, que seres humanos. (é pra rir ou pra chorar...)

No dia da segunda e definitiva votação das contas o Fernando pediu pra colocar os volumes da Comissão Especial de Inquérito em cima de uma mesa, na frente da bancada de vereadores (foto). No meio das discussões pediu para que qualquer dos presentes se aproximasse da mesa e pegasse qualquer um dos volumes ali colocados e lhe entregasse. Pediu ao Vereador Patinho ao seu lado para abrí-lo em qualquer página. Adivinha o resultado? O volume foi aberto justamente em mais uma das várias demonstrações de desprendimento do Sr. Barreto, num dos vários relatórios da Tomada de Contas Especial realizada pela Prefeitura que mostra toda sua bondade ao ter adiantado um pagamento à Prefeitura. Mais um cheque no valor de sei lá quantos mil reais depositados em sua conta a título de ressarcimento.

Depois de vários esclarecimentos ainda teve vereador que teve a coragem de se abster de votar. Tenho que dizer que teve a coragem, porque se eu dissesse que teve a covardia criaria outra tsunami na Câmara e isso não é muito bom. Vamos nomeá-los para todos os meus leitores e os poucos seguidores tomarem conhecimento. Os vereadores Patinho e Miúdo se abstiveram um por alegar desconhecimento das acusações mesmo o Tribunal de Contas tendo dado Parecer Prévio pela rejeição das contas e o outro porque o Fernando chamou o ex-prefeito de ladrão ou algo parecido. Quer dizer um já é vereador há quase um ano e não tirou um pouquinho do seu tempo durante este um ano onde recebe subsídio mensal de R$ 1500,00 (mil e quinhentos reais) para pelo menos passar o olho sobre as acusações e conclusões a que chegou a Comissão que investigou a bandidagem. E o outro disse que não iria votar porque alguém chamou o bandido de bandido. Pra mim isso é falta de argumento, é conchavo político, são pessoas que o povo não merecia que estivessem aqui os representando, são pessoas que fecharam os olhos para o óbvio. Faltaram ainda os vereadores Magela, que se absteve por ter feito parte do Governo Barreto, e Moisés que não votou por ser parente em terceiro grau do ex-prefeito, mas deixou sua posição clara ao votar pela rejeição da ata da reunião.

Por falar nisso, depois que eu disse na Câmara que o ex-prefeito montou uma quadrilha para assaltar os cofres públicos, vieram me fazer uma ameaça velada, dizendo que ele iria me processar. Digo a você o seguinte Sr. Barreto. Vá em frente, me processe, quero muito ir até o Fórum da Comarca levando todos os trinta volumes da investigação feita sobre o seu Governo para mostrar à juíza baseado em que eu o chamei de chefe de quadrilha, e logicamente digo que fiz isso revestido da minha condição de vereador, que tem imunidade parlamentar para emitir suas opiniões e expressar seus pensamentos livremente, afinal de contas se o fizesse como cidadão estaria realmente me arriscando a ser processado e condenado antes mesmo dos quadrilheiros serem obrigados a pagar o que roubaram da população de Bicas.
Pra finalizar cito a frase escrita pela ex-vereadora Joelma no final de seu relatório sobre os desmandos do Governo Barreto: "NÃO HÁ MAIOR CRIME CONTRA OS INTERESSES PÚBLICOS DO QUE SER INDULGENTE COM AQUELES QUE OS VIOLAM." (Richilieu)

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Calçamento precário.

Questionado que fui em “off” pelo meu amigo Renato, colocarei minha posição oficial sobre a situação do serviço e do estado precário das ruas de Bicas.
Durante este ano, por diversas vezes, nos reunimos e cobramos da direção da COPASA e do Secretário de Obras solução para os problemas causados pelas obras realizadas no município pela empreiteira COPIL, contratada pelo Governo do Estado e não pela Prefeitura para realizar obras de infra-estrutura na rede de distribuição de água e também na instalação de rede de captação de esgoto.
É fato que a rede de distribuição necessitava com urgência do serviço, no entanto a forma com que ele está sendo realizado está causando transtornos a todos nós moradores da cidade, inclusive nós vereadores e também as pessoas que trabalham na administração.
Em conversa com o Prefeito Honório sobre o assunto, cobrando providências sobre o caos instalado, ele me pediu paciência. Disse que procurou a direção da COPASA e exigiu o compromisso de que ela fará um recapeamento geral das ruas principais da cidade quando as obras chegarem ao seu final. Assumindo ele mesmo o compromisso de que o município se encarregará de refazer os calçamentos das vias secundárias. Honório me mostrou inclusive a petição inicial de uma ação onde solicitará a retenção do pagamento à COPIL, caso a COPASA não assuma formalmente o compromisso de realizar as obras.
Portanto, desde esta última conversa com o Prefeito que aguardo o transcorrer dos fatos para tomar a atitude que a Câmara julgar conveniente a seu tempo. Afirmo que o Prefeito Honório está atento aos problemas e assim como nós está insatisfeito com a situação, ou alguém acha que ele não está se importando? No momento me resta aguardar e confiar no Honório, afinal de contas ainda não tive motivos para duvidar de sua palavra e de seus compromissos com a cidade.
Faço então coro ao Prefeito Honório e peço a todos os biquenses que tenham paciência. Dentro de mais alguns meses as coisas vão estar bem diferentes. Como dizia a minha avó: “Ninguém faz omeletes sem quebrar os ovos.”

O dilema de ser minoria.

Ser minoria, politicamente falando, é desafiador em qualquer situação. A pessoa que sabe lidar com este fato, quando isso lhe é imposto ou quando se vê isolada, dá uma demonstração gigante de maturidade política.
Tanto quanto saber lidar com ser a minoria, saber construir a maioria também requer muita maturidade e habilidade. Não é fácil amansar paixões, segurar ambições, aparar arestas e lapidar pensamentos distintos. Construir maioria política é uma arte que requer paciência e uma maestria incomum a qualquer pessoa.
Liderança não se impõe, liderança se conquista. Infelizmente algumas pessoas, ao não conseguirem se consolidar como liderança dentro de um grupo, saem atirando a esmo sem se importar com quem acertam e também sem olhar se ele próprio está na alça de mira.
Pare para pensar, analise as situações, seja capaz de enxergar o que está óbvio. Esta é uma dica para que você perceba o quanto está isolado, sozinho, uma voz uníssona. Quando se chega a esta situação a pessoa tem que ter a capacidade de perceber seu próprio isolamento e tentar encontrar uma saída. É preciso notar principalmente que, quando pertenço a um grupo e minha voz soa dissonante com as demais pessoas em sua quase totalidade, provavelmente o errado sou eu. É preciso analisar a situação com uma visão sistêmica. Não é tentando denegrir a imagem dos outros que eu reverterei o processo de descrédito que se instala ao meu redor. Não é difamando pessoas que eu atrairei admiradores, o máximo que eu consigo com estas atitudes na política é atrair rejeição.
É triste quando percebemos que uma possível liderança política cai em descrença por não saber lidar com as adversidades, por não aceitar a derrota. É exatamente neste momento que os políticos devem ter a capacidade de analisar seus erros para procurar não cometê-los novamente. É este o momento de crescer e amadurecer politicamente. De construir uma união entre companheiros e não de semear a discórdia. O entendimento sempre é possível e eu sou favorável a ele, mesmo que num dado momento eu seja minoria. Às vezes este aceite pode significar um avanço num futuro bem próximo. Na política ninguém deve abrir mão de um espaço conquistado a duras penas só porque seu objetivo imediato não foi atendido. A partir deste momento, quando abrimos mão do espaço, recuperá-lo depois é muito mais difícil do que foi conquistá-lo pela primeira vez. Principalmente quando, ao invés de enxergar meus próprios erros, fico querendo achar culpados pela minha derrota pessoal. Derrota esta que eu mesmo me impus, às vezes até mesmo contra a vontade de alguns de meus companheiros.